Limpar a estante é um ritual muito particular. Nada de terceirizar esse serviço.
Cuidadosamente passo um pano seco nos livros, e, como sempre, cuidado redobrado naqueles que o marcador ainda está ali realizando a tarefa dele.
Correrias, necessidades divergentes, desinteresse momentâneo, talvez... coisas assim acabam por deixar muitos livros começados.
Vale abrir uma página qualquer e ler, para entender porque parei. Peço desculpas ao livro, leio umas páginas e explico a ele que ainda terá que carregar por mais um tempo o marcador, porque há outros mais urgentes para devorar.
Pego outro e de repente o marcador dá um voo rasante. Tento segurar ele no ar,olho para o livro, fico tentando adivinhar onde parei, mas, quer saber: - se cair o marcador de página, deixa pra lá, nem era pra continuar lendo mesmo!
Assim devia ser a vida, como um livro cheio de marcadores de páginas, se desse vontade, pulávamos a página, até arrancar poderíamos. E, num momento mágico, nos perderíamos. Onde devia estar esse marcador mesmo?
Palavras? Como-as todas sem tempero! História? Fecho os olhos e me transporto. Arte, cenas, imagens, ocorrências? Viajo entre linhas, formas, cores e transformo tudo em palavras, para poder cerrar novamente os olhos e ver o quanto há de poesia e palavras em todas as formas que nos vigiam. Yara Verônica Ferreira, a degustadora
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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
Fragmentos ou devaneios?
Fragmentos ou devaneios?
Por: Yara Verônica Ferreira
Na minha concepção, relatar um fato ou escrever é como gerar um ato de amor, tem que ser como a mulher encara uma relação sexual... É o fazer amor. Vista sua porção feminina e faça amor com suas palavras, sejam elas sobre pessoas ou coisas. E esse processo de sentir as palavras vale para qualquer texto.
E me perdoem se há homens tão sensíveis quanto às mulheres aqui.
Eu
só tenho uma caixa de palavras cheia de amores perdidos...
respiro
suspiro
recolho
desejos...
ponho em
pensamentos
os momentos que
ainda vou viver
viajo
reitero desejos
perverso medo
do que não vai
ser
A
vida passa rápido, não espera seus devaneios tomarem rumo certo e
o senhor tempo não perdoa sua falta de tempo para viver. A hora
certa é sempre o agora.
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Ai que saudade do sol de Maceió
Não é só de ficar tostando ao sol que sinto falta. As paisagens eram um bálsamo para o cansaço do cinza do céu de São Paulo. Aquela frase batida sobre certas coisas não terem preço, percorrerá sempre muitos caminhos e situações. Mas pense num café da manhã regado a muitos pratos típicos do nordeste e no embalo do tal do forró pé de serra! E os sucos? Mangaba, umbú, cajú e muitos outros, mas o meu predileto é o de graviola.
Saudade de viajar é uma constante, mas, quando não posso por o pé na estrada, viajo em palavras, imagens gravadas na mente e lá vou eu me refrescar sob o sol de Maceió ao som de Flávio José: "Cabeça doida, coração na mão / Desejo pegando fogo / E sem saber direito a hora e o que fazer / Eu não encontro uma palavra só pra te dizer..."
Será que você nasceu para ser o que é?
Yara Verônica Ferreira
Desde criança eu escrevia os meus próprios textos, copiava poesias e textos de livros, reescrevia textos e reportagens dos outros e sonhava com meu nome na capa de um livro... Ainda amo escrever, mas troquei a cópia de poesias e textos dos outros por conhecimentos mais técnicos, escrevendo reportagens, artigos e textos que são usados em aulas... Até sinto saudade do meu eu cheio de palavras minhas! Sinto falta de escrever sobre histórias de vida, de ocorrências do dia-a-dia e de sentimentos alheios ou não.
Aí você revela tudo isso ao filho e ele solta o que muitos te diriam, até você mesma:
[10:48, 16/11/2017] Fe: Porque não volta a escrever ?
[10:48, 16/11/2017] Fe: Precisa encontrar o que te motivava.
Na fase crianca, muitas vezes o que me fazia escrever sem parar era a vida vazia de futuro, o não saber que caminho trilhar, o que realmente eu havia nascido para ser, afinal?
Depois veio o maior sonho realizado: o filho - porque este sonho era o mais claro sobre a minha visão de futuro. Aí veio o terceiro maior sonho: jornalismo, aí, eu escrevia tanto, sem parar... Passava o dia todo esperando a hora de ir para a faculdade, sentar na primeira fila, o mais próximo possível do palco dos professores para sugar cada palavra, cada compartilhamento de vida, de emoções, de conhecimentos... Vida? Emoções? Sim, é isso mesmo, professores sempre compartilham suas vidas e suas emoções conosco, fiquem atentos, aproveitem... Mais adiante você, ex-aluno se lembrará desses momentos e dirá: que saudade!
O que será que me fez pensar em tudo isso justo hoje? Um pouco da história que contei, há um bom tempo, sobre a Janis Joplin
Ainda na faculdade fui convidada a escrever de graça para um site sobre cultura, que eu amava, mas, saiu do ar. Aí reli o texto, descobri que cometi aguns erros de ligação nas frases, mas, nada que tenha apagado o brilho da história e das emoções que senti ao pesquisar e escrever sobre a Janis.
Mas, a frase de meu filho: “Precisa encontrar o que te motivava.”, me fez lembrar de outra frase do meu coordenador durante uma reunião de início de semestre: por que escolheu ser professor?
Mas, no fundo, ser professor era um sonho que eu nem sabia que era tão forte, porque abandonei quando tentei estudar para dar aula para crianças: não estava preparada.
Muitas vezes não percebemos as dicas que a vida nos dá... Eu demorei a perceber, mas durante todo tempo puseram pessoas no meu caminho que eu ajudei de alguma forma, treinando para o trabalho ou ajudando nas escolhas de carreira e demorei pra me tocar que esse era o motivo de eu estar na terra: ser uma parte da vida de jovens, ajudá-los a realizar os sonhos que eram só deles. Agora estou sendo o que nasci para ser. Estou diariamente observando e cutucando meus alunos para aprenderem a chegar onde querem... Quando olho para o meu passado, me pergunto o porquê de eu não ter tido um mentor, alguém que me guiasse, me senti muito órfã no passado, no entanto, era o caminho que eu tinha que trilhar para entender que nasci para ser o que ninguém foi para mim: um guia para ajudar na trilha do futuro...
Quando vi a vida passando muito rápido, dei um basta nos meus devaneios e pus eles no prumo, comecei a estruturar minha vida de forma a poder ser o que nasci para ser: mãe, jornalista, professora, mentora... Inúmeras vezes ouvi pessoas declarando ódio ao seu trabalho ou à sua profissão, ou ao curso que escolheu e é bem verdade que ninguém consegue estar 100% satisfeito o tempo todo, e, se estiver se sentindo frustrado e com raiva de tudo ao seu redor, pare e faça algo por si mesmo:
1º) Pegue uma folha em branco e faça duas colunas, uma de positivo e outra de negativo, será que preciso explicar como prosseguir nesta lição de casa? Bom, se precisar, é só deixar seu pedido de socorro nos comentários.
2º) Agora é hora de brincar de se auto-entrevistar:
O que eu quero ser?
Por que eu quero ser?
Quando eu quero ser?
Como eu quero ser?
Onde eu quero ser?
Para quem eu quero ser?
O que falta eu aprender para ser o que eu quero ser?
O que vou fazer para ser o que eu quero ser?
Se não souber responder nenhuma dessas perguntas, está na hora de cortar seus momentos de devaneios e se por no prumo, porque só nós somos os senhores de nossas vidas e os guias de nossos lemes. E o senhor tempo não perdoará sua falta de tempo para se por no prumo e fazer suas escolhas. A hora certa é sempre o agora.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
Acenda seu lampião
Há dias que você sai de casa para executar uma tarefa comum, sem esperar nada grandioso ou que lhe traga alegria.
Quase no automático me dirigi ao ponto de ônibus arrastando um carrinho de corujas, para ir lá na zona cerealista comprar minhas farinhas integrais, meus condimentos, e outras coisitas que pago bem mais em conta por lá.
Adoro ir curtindo o caminho que já conheço bem, mas sempre reparo em algo diferente, que mudou mesmo, ou que nunca tinha reparado antes. Nada de extraordinário, até chegar à Casa do Arroz Integral, uma das minhas lojas prediletas, porque é bem organizada, os atendentes são sempre atenciosos e a ordem de atendimento é bem clara.
Peguei meu número, como sempre e rapidamente foi chamado por um simpático rapaz, que me deu bom dia e continuou falando alto aos demais clientes da loja:
- Prestem atenção à chamada das senhas.
Todo produto que pedi me deu prova, ofereceu para o cliente do lado e de tempo em tempo, tornava a falar bem alto pata ficarem atentos a chamada, sempre com frases simpáticas.
Voz bonita, boa entonação, mas o que mais me surpreendeu é que além de não ser obrigação dele, ainda o fazia com alegria, como se fosse a sua tarefa predileta e o melhor serviço do mundo.
Quase no final do atendimento, um dos colegas atendentes encostou nele na balança e falou algo que meus ouvidos distraídos não escutaram, mas a resposta do meu atendente favorito veio imediata e curta:
- A gente ganha pouco, mas temos que ser feliz!
Essa frase e o jeito que ele arrumou de ser feliz ficaram grudados no meu cérebro... devaneios, recordações, vivências, tudo foi se misturando.
E, por conta desse filósofo experimental, minha sexta-feira ficou muito melhor, nem o temporal do final da tarde, que me fizeram ficar quase duas horas no ponto de ônibus, com os pés e pernas encharcados, nem o imbecil do motorista que passou na beirada da calçada me dando um banho de água suja me perturbaram ou me deixaram mal humorada, porque eu estava a caminho da faculdade, para mais um encontro com meus alunos, os poucos que resistiram a faltar em plena sexta-feira de carnaval.
Fica o registro, nada pode nos impedir de ser feliz, acenda seu lampião.
Sinceramente, ainda que tenha comprado um bom provimento, não vejo a hora de voltar lá e ver o moço sendo um bom profissional e feliz.
Por: Yara Verônica Ferreira
Por: Yara Verônica Ferreira
O meu Rei Momo
Quando ainda pequena, vê-lo com a coroa e o cetro era como um sonho que eu queria levar para a vida adulta.
Minha mãe confirma que eu tinha cinco anos quando me levaram a primeira vez para ver os desfiles de carnaval, que naquela época ainda aconteciam na Avenida São João, pertinho do Anhangabaú.
Eu amava o som da bateria, meu coração parecia bater no mesmo compasso. Desde muito pequena tinha consciência plena desse amor pela cadência do samba e que me fazia sentir uma pequena rainha.
Por sorte, meu pai era amigo do Rei e sempre ficava pertinho dele. Sentia um orgulho imenso de conhecer e poder ouvir o Rei tocar o surdo ou a cuíca, de olhos fechados, sentindo a música como eu mesma sentia no meu coração.
Minha mãe sempre fala orgulhosa que desde a primeira vez que me levaram no sambódromo, eu dormia nos intervalos, mas quando ecoava o primeiro som da bateria ao longe, eu já me punha de pé sambando. Até hoje, meus pés parecem ter vida própria quando ouvem o batuque do samba.
O Rei Momo daquela época era Irineu Pugliesi (http://www.moocaonline.com.br/fotosmooca.htm), nascido no bairro da Mooca, carregou a coroa e o cetro de Rei do Carnaval Paulistano de 1969 a 1983, nada mais justo, já que dominava alguns instrumentos musicais e tocava como jamais ouvirei alguém tocar igual. Eu já era adolescente e ainda brilhavam meus olhos de orgulho e alegria por vê-lo naqueles trajes.
Sempre me imaginei sendo rainha um dia e que Irineu ainda fosse o Rei Momo, o que nunca aconteceu, mas, meu coração sempre pulsa forte no primeiro retumbar da bateria e as lágrimas são inevitáveis. Alegria, saudade, emoções que mal sei explicar em palavras.
Só sei que me sinto muito feliz, porque esse Rei ainda existe!
PS) Escrevi essa micro história em 2013, mas na verdade é uma longa história, daquelas que só meu coração sabe o quanto foi importante em minha vida, só posso dizer que foi uma amizade eterna e marcante que realmente começou na minha mais tenra infância e ainda mora em meu coração e sei que no dele também.
Por: Yara Verônica Ferreira
sábado, 16 de novembro de 2013
Minha voz sou eu... me ouçam
À vezes ela sibila
palavras, como se quisesse falar baixinho em meu o ouvido e me deixo seduzir.
Penetro em sua tristeza e compartilho do seu torpor. Ela grita e meus ouvidos
querem mais, aumento o som. Ela canta suavemente e me entrego, compartilho.
Aprendo a letra, tento cantar junto, mas ela não deixa... esse momento é dela e
eu invado sua intimidade, o suficiente para saber que uma voz como essa já não
está mais aqui. Então choro!
Ela nasceu, 19 em
janeiro de 1943, numa sólida família de classe média, na cidade de Port Arthur,
localizada no Estado do Texas, nos Estados Unidos da América. Com apenas 17 anos já retratava o gosto pelos
sons do blues e do folk em pinturas e poesias e levantava aplausos nos bares de
Houston e Austin, no Texas. Realizou seu sonho em 1965 e foi cantar na
Califórnia, mas em 1966, desempregada,
voltou para Austin e cantou em uma banda country por alguns meses. Depois
disso, o amigo que se tornou seu empresário, Chet Helms, levou-a para a banda
Big Brother, que tocava em San Francisco. E, foi junto dessa banda, que ela
conheceu o empresário Albert Grossman, após o show no “Monterey Pop Festival”,
em 1967. Quando a platéia ficou extasiada durante sua interpretação para a
música “Summer Time”, sendo a seguir contratada pela gravadora Columbia
Records. Ela já disparava rumo ao sucesso, cuja sina de ser inesquecível estava escrita
na força de expressão contida em sua voz.
Era a única cantora
branca da época que, com sua voz rouca e sensual, se atrevia a cantar blues feito uma negra. Debaixo de críticas entusiasmadas e outras nem tanto, o albúm
“Cheap Thrills” foi um recorde de vendas.
Em 1969, a
comunidade hippie se reuniu no maior de todos os festivais de rock, o
“Woodstock”. Janis Joplin marcou seu espaço junto a outros cantores de sucesso
como Joan Baez, Santana Joe Cocker, Jimi Hendrix e outros que viviam a era
hippie, com suas roupas coloridas, simples e soltas, típicas da geração paz e
amor.
Após o sucesso do primeiro LP com os Big Brothers, a
gravadora Columbia Records assinou contrato e o álbum Cheap Thrills, com o
single "Price of My Heart", conquistou o disco de ouro. Passado um
ano, Joplin resolveu deixar os Big Brother, mas participou de algumas faixas do
álbum deles, “Be a Brother”, lançado em 1971. Seguia sua carreira, nessa mesma
época, com o guitarrista Sam Andrew. Compuseram então a segunda banda, que foi
denominada de Kozmic Blues, um de seus sucessos musicais, composta por Janis
Joplin e Gabriel Mekler.
Ela possuía tudo
aos olhos de quem a via sobre um palco, mas se sentia feia e chegava a
considerar sua voz insossa, sem encanto, mesmo uma multidão vibrando em suas
apresentações, como revela, na biografia “Love, Janis”, escrita por sua irmã e
psicoterapeuta, Laura Joplin.
No momento de
enfrentar a platéia ela vestia uma coragem que não lhe pertencia e hipnotizava
a platéia, não se contentava se não participassem daquele momento que lhe era
tão precioso, onde poderia se encher de rebeldia contra seus próprios
sentimentos e soltar a voz.
Comedimento era uma
palavra fora do seu vocabulário, ela se entregava ao amor, à música, às drogas,
às amizades, numa ânsia desesperada de encontrar conforto. Certa vez sua mãe
lhe perguntou porque gritava tanto, sendo que tinha uma voz tão bonita e Janis
disparou a resposta: “- Para você sentir o que eu sinto!”, relatou Myra
Friedman, companheira de trabalho de Janis durante grande parte de sua
carreira, no livro “Enterrada viva”, outra biografia que revela alguns momentos
da vida de Janis.
Há quem diga que
ela é a rainha imortal do rock, mas no fundo, a espécie de música que ela
entoava era algo só dela, não se classificava entre os já conhecidos tipos. Ora
ela se envolvia num blues, ora se entregava à alegria do country, ora cantava
num tom debochado, ora sussurrava como a dividir segredos. Mas apesar de sua
versatilidade musical, na década de 60, Janis era a rainha branca do blues.
A escritora Alice
Echols escreveu no livro “Scars of sweet paradise”, que no Brasil foi
batizado de “Janis Joplin: uma vida. Uma época”, que Janis queria casar e ter
filhos e assim, andava entusiasmada em 1970, falando em se casar-se. Estava
cantando com a banda Full Tilt Boogie e ia produzir o álbum Pearl (que
era seu apelido). Mas em 4 de outubro de 1970, o
corpo de Janis Joplin foi encontrado sem vida com picadas de agulha recentes no
braço, num quarto do Hotel Landmark, em Hollywood.
No obituário consta
que a injeção de heroína fora aplicada pela própria Janis, mas concluía que a morte foi
involuntária por aplicação de dose de droga excessiva, mas algumas pessoas e
veículos de comunicação interpretaram como suicídio, o que levou o empresário,
Jonh Cooke, a ficar indignado, porque não acreditava que ela tenha desejado se
suicidar.
Ela morreu aos 27 anos, três meses após a morte de
Jimi Hendrix. Foi cremada e realizaram seu desejo jogando as cinzas na costa da
Califórnia. Mas sua obra e figura imortal continuou a ser reproduzida em CD´s,
filmes, livros, sites, comunidades, revistas, camisetas e jovens que sequer
conhecem sua história, fecham os olhos ao ouvir suas músicas, depois saem a
buscar resquícios de sua voz pelo mundo. O maior sucesso em sua discografia
aconteceu dois meses após sua morte, com o LP "Mee and Bob McGee",
como prova de sua imortalidade.
No filme The Rose,
gravado em 1979, estrelado por Bette Midler, foi feito um relato de sua
carreira, tomando por base o teor do livro “Enterrada Viva”. Com tantas obras como biografias, filme e relatos que surgem
de fontes diferentes e fidedignas, como da irmã ou da amiga que trabalhou junto
a ela, talvez já se possa conhecer um pouco mais de Janis Joplin, mas nunca
chegar à real e imortal Janis. Compreender
as letras de suas músicas é como desvendar o ser humano escondido em sua voz,
porque as músicas de Janis Joplin não foram feitas para serem ouvidas, mas
sentidas.
Por: Yara Verônica Ferreira
DISCOGRAFIA:
Essential Janis
Joplin (2003)
Love, Janis (2001)
Super Hits (2000)
18 Essential Songs (1995)
Cheaper Thrills (1984)
Farwell Songs (1982)
Janis (1975)
Greatest Hits (1973)
In Concert (1972)
Pearl (1970)
Cheap Thrills (1968)
NOTA DA AUTORA: Texto baseado em pesquisas realizadas em 2003, editado em 16/11/2013.
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