Vamos encontrando pessoinhas por todo canto. A minha aula preferida no primeiro ano de faculdade era a de ESTHAR. O conteúdo era bárbaro e a paixão do professor era daquele tipo que enfeitiça. De vez em quando ele citava algum livro e, para falar a verdade, nem sei o motivo dele ter citado esse, mas comprei, com certeza eu precisava bebericar aquelas palavras. De todas as 340 páginas desse pequeno livro, quase que de bolso, duas jamais serão esquecidas pelo valioso aprendizado.
AMAR O AMOR
Extraído das páginas 27 e 28 do livro "Fragmentos de um Discurso Amoroso" de Roland Barthes:
...Basta que, num átimo, eu veja o outro sob a figura de um objeto inerte, como que empalhado, para que eu desloque meu desejo desse objeto anulado para meu próprio desejo; é meu desejo que desejo, e o ser amado não é mais do que seu criado. Exalto-me ao pensamento de tão grande causa, que deixa longe atrás de si a pessoa que tomei como pretexto para ela (é ao menos o que digo a mim mesmo, feliz de elevar-me rebaixando o outro): sacrifico a imagem ao Imaginário. E, se dia vier em que eu tenha que decidir renunciar ao outro, o luto violento que me toma então é o luto do próprio Imaginário: era uma estrutura querida, e choro a perda do amor, não de fulano ou fulana...
Sem mais palavras, obrigada mestres das palavras!
Palavras? Como-as todas sem tempero! História? Fecho os olhos e me transporto. Arte, cenas, imagens, ocorrências? Viajo entre linhas, formas, cores e transformo tudo em palavras, para poder cerrar novamente os olhos e ver o quanto há de poesia e palavras em todas as formas que nos vigiam. Yara Verônica Ferreira, a degustadora
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sábado, 13 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Quase dei sorte...
Nas ruas do Centro de São Paulo se vê de tudo: show de artistas desconhecidos; estátuas em performances surpreendentes; protestantes batendo em suas bíblias como se castigassem os pecadores; ciganas querendo passar os olhos na palma de sua mão e as mãos em sua carteira; camelôs que vendem de tudo; classificados humanos; vozes e mais vozes gritando bem na sua orelha: ótica, ótica, ótica; palhaço convidando para conhecer restaurante novo, que de novo não tem nada; dançarino solitário dando show em porta de loja; pessoas correndo ou caminhando calmamente sem sequer enxergar toda essa variedade de diversão, entretanto, homem bonito que é bom, é coisa rara de se ver. E não é que quase dei sorte dia desses? Meus olhos vislumbraram um careca charmosíssimo de óculos escuros, num terno elegantérrimo, não tive dúvidas, voltei minha cabecinha para descobrir por onde iria meu muso inspirador e eis que o vejo estático, o tal exuberantemente lindo nem pretendia ir a lugar algum, estava só embelezando a vitrine da Spielberg! Eu não disse que "quase" dei sorte?
domingo, 31 de julho de 2011
Qualidade é tudo!
Trabalhar no Centro de São Paulo é um privilégio, além de todos os prédios históricos, uma arquitetura polvilhada de surpresas e a diversidade de lojas para comprar de quase tudo, há restaurantes para todos os bolsos e gostos.
Não serei a tal que diz conhecer todos, porque não é verdade, são tantos que a gente se perde. Mas dos que conheço lógico que há os prediletos por conta da excelente comida e aqueles que são mais prediletos ainda por conta do excelente atendimento. E não pensem que não tenho vasto vocabulário na ponta dos dedos e da língua, por isso fico repetindo palavras, só repito pelo prazer de degustar essas palavras porque são as melhores para expressão do que desejo no momento.
Lá no www.areclamona.blogspot.com reclamei da comida ruim e do péssimo atendimento de alguns lugares, mas prometi mostrar meu lado que reconhece as coisas boas tanto quanto as ruins, então, anote aí 2 lugares que não devem perder quando forem ao Centro: Alhambra (Largo do Café)e São Paulo (Rua da Quitanda).
Não estou indicando só pela comida que é boa, prestem atenção no atendimento. No Alhambra, além de garçons simpáticos e atenciosos, o gerente se desdobra para garantir a satisfação do cliente.
Quando ainda fazia calor, há alguns meses, eu queria creme de papaia com licor de cassis e por azar ele não tinha, brinquei que ia no dia seguinte no concorrente e ele nem pestanejou, me mandou voltar que ele ia me servir a dita sobremesa que me enchia a boca de água. Lógico que voltei e óbvio que ele não furou e pude me deliciar com aquele sabor divino. Mas não é só isso não, ele é simpático com todos, sempre buscando agradar os clientes.
No São Paulo eles têm um patrimônio inestimável, um garçom que faz mais do que precisa para que saiamos de lá com vontade de voltar.
Amo todas as massas, antes que digam que sou viciada só em lasanha, porque de novo ela é a atriz principal. Essa não estava ruim não, estava fria, o queijo ainda sem derreter, mas nem reclamei, comi fria, porque não ligo, o gosto estava muito bom mesmo assim. Mas meu amigo avisou o garçom, que imediatamente foi lá pegou um pedaço e me trouxe quentinho, com o queijo bem derretido, mesmo eu dizendo que não precisava, que já estava satisfeita, que era só para ele checar o funcionamento do buffet. Comi e me empanturrei, porque fiquei sem graça depois de tanta gentileza.
Há uns dias nesse mesmo São Paulo, eu levantei e fui ver o mamão, desisti porque eram pedaços muito grandes, esse mesmo garçom de imediato foi até a mesa ver o que eu queria e que não tinha. Expliquei que pensei em comer mamão e como estava muito grande, ia deixar para outro dia. Ele me pediu para esperar e em menos de 5 minutos voltou com um pedaço menor e muito saboroso.
Agora pergunto, será que o atendimento desses 2 restaurantes é que está fora do padrão comparado ao tal do Bovinu’s que praticamente me enxotou como cliente?
Eu prefiro continuar sonhando que todas as empresas que prestam serviços ou vendem produtos apreciem atender seus clientes com toda devoção e continuarei indo somente nos restaurantes em que sou tratada com deferência.
Não serei a tal que diz conhecer todos, porque não é verdade, são tantos que a gente se perde. Mas dos que conheço lógico que há os prediletos por conta da excelente comida e aqueles que são mais prediletos ainda por conta do excelente atendimento. E não pensem que não tenho vasto vocabulário na ponta dos dedos e da língua, por isso fico repetindo palavras, só repito pelo prazer de degustar essas palavras porque são as melhores para expressão do que desejo no momento.
Lá no www.areclamona.blogspot.com reclamei da comida ruim e do péssimo atendimento de alguns lugares, mas prometi mostrar meu lado que reconhece as coisas boas tanto quanto as ruins, então, anote aí 2 lugares que não devem perder quando forem ao Centro: Alhambra (Largo do Café)e São Paulo (Rua da Quitanda).
Não estou indicando só pela comida que é boa, prestem atenção no atendimento. No Alhambra, além de garçons simpáticos e atenciosos, o gerente se desdobra para garantir a satisfação do cliente.
Quando ainda fazia calor, há alguns meses, eu queria creme de papaia com licor de cassis e por azar ele não tinha, brinquei que ia no dia seguinte no concorrente e ele nem pestanejou, me mandou voltar que ele ia me servir a dita sobremesa que me enchia a boca de água. Lógico que voltei e óbvio que ele não furou e pude me deliciar com aquele sabor divino. Mas não é só isso não, ele é simpático com todos, sempre buscando agradar os clientes.
No São Paulo eles têm um patrimônio inestimável, um garçom que faz mais do que precisa para que saiamos de lá com vontade de voltar.
Amo todas as massas, antes que digam que sou viciada só em lasanha, porque de novo ela é a atriz principal. Essa não estava ruim não, estava fria, o queijo ainda sem derreter, mas nem reclamei, comi fria, porque não ligo, o gosto estava muito bom mesmo assim. Mas meu amigo avisou o garçom, que imediatamente foi lá pegou um pedaço e me trouxe quentinho, com o queijo bem derretido, mesmo eu dizendo que não precisava, que já estava satisfeita, que era só para ele checar o funcionamento do buffet. Comi e me empanturrei, porque fiquei sem graça depois de tanta gentileza.
Há uns dias nesse mesmo São Paulo, eu levantei e fui ver o mamão, desisti porque eram pedaços muito grandes, esse mesmo garçom de imediato foi até a mesa ver o que eu queria e que não tinha. Expliquei que pensei em comer mamão e como estava muito grande, ia deixar para outro dia. Ele me pediu para esperar e em menos de 5 minutos voltou com um pedaço menor e muito saboroso.
Agora pergunto, será que o atendimento desses 2 restaurantes é que está fora do padrão comparado ao tal do Bovinu’s que praticamente me enxotou como cliente?
Eu prefiro continuar sonhando que todas as empresas que prestam serviços ou vendem produtos apreciem atender seus clientes com toda devoção e continuarei indo somente nos restaurantes em que sou tratada com deferência.
sábado, 25 de junho de 2011
A música e suas surpresas
Pense num canto em que todas as religiões se afinam e convivem pacificamente... Esse é o Templo – Bar de Fé, localizado num pedaço do coração da Mooca.
O cardápio também é uma delícia, tudo que provamos, aprovamos, embora o preço seja meio salgadinho. Mas a música é de qualidade, desde as que nos presenteiam em bons vídeos à banda.
Aliás, é por causa dessa banda que corri para a telinha e não porque pretendo copiar o Pedro Schiavon do blog http://lugarzinho-br.blogspot.com/, que vive encontrando preciosidades para dividir conosco. Mas não resisti, porque esse Templo tem que entrar no circuito das boas músicas das noites paulistanas para continuar nos presenteando com noites tão agradáveis.
Mas voltando ao mote da minha inspiração. A banda entrou e anunciou que primeiro ia tocar uns sambas, para depois ir às músicas latinas. E tocou bem, nem precisei pedir meu dinheiro de volta (essa história logo contarei para vocês no blog http://www.areclamona.blogspot.com/). Lógico que sempre tem umas rateadas, mas até os melhores cantores e bandas já tiveram seus deslizes. O importante é que eles dão valor ao bom e velho samba, tocaram muitos dos melhores. Mas, o que me deixava encafifada era a aparência dos músicos. Tinha uns 4 ali que transpiravam rock, uma até com carinha de Heavy metal e na minha cabeça rodava uma pergunta irrespondível: que diacho os fez cair no samba?
Dá para imaginar um metaleiro balançando a cabecinha no ritmo do samba? E os roqueiros então? Em relação ao mocinho da percussão, acabei crendo que foi um erro meu de visão, ele nasceu no batuque do samba, o rock nunca entrou na vida dele... Será? Sei lá!
Apostei que 2 ali eram filhos da música clássica, minha amiga apostou que um deles é arquiteto, e até achei que ela tinha razão. No entanto, a visão mais perturbadora foi ver um tecladista apático, parecia meditar em outras terras menos a do samba, enquanto tocava atento à partitura. Nós rimos muito imaginando que raios se passava na cabecinha dele, porque tínhamos certeza que era de tudo, menos samba. Ele nem piscava, nem movia a cabeça, nem os pés, só dedilhava no ritmo certo. De repente, não mais que de repente, como diria o poetinha, o moço saiu do transe. Eu que pensava que ele era surdo e mudo, não resisti, cai na risada, afinal era só uma questão de língua. No fundo, creio que ele só entendia a partitura, mas nem imaginava o que estava cantando o sambista. Mas quando os primeiros acordes de música puramente latina invadiram o Templo, o “Pepe” despertou, dedilhava, cantava e até se balançava no compasso latino.
¿Consiguen adiviñar cual era el segredo de Pepe? O moço é cubano, mais precisamente um autêntico guantamero...
O cardápio também é uma delícia, tudo que provamos, aprovamos, embora o preço seja meio salgadinho. Mas a música é de qualidade, desde as que nos presenteiam em bons vídeos à banda.
Aliás, é por causa dessa banda que corri para a telinha e não porque pretendo copiar o Pedro Schiavon do blog http://lugarzinho-br.blogspot.com/, que vive encontrando preciosidades para dividir conosco. Mas não resisti, porque esse Templo tem que entrar no circuito das boas músicas das noites paulistanas para continuar nos presenteando com noites tão agradáveis.
Mas voltando ao mote da minha inspiração. A banda entrou e anunciou que primeiro ia tocar uns sambas, para depois ir às músicas latinas. E tocou bem, nem precisei pedir meu dinheiro de volta (essa história logo contarei para vocês no blog http://www.areclamona.blogspot.com/). Lógico que sempre tem umas rateadas, mas até os melhores cantores e bandas já tiveram seus deslizes. O importante é que eles dão valor ao bom e velho samba, tocaram muitos dos melhores. Mas, o que me deixava encafifada era a aparência dos músicos. Tinha uns 4 ali que transpiravam rock, uma até com carinha de Heavy metal e na minha cabeça rodava uma pergunta irrespondível: que diacho os fez cair no samba?
Dá para imaginar um metaleiro balançando a cabecinha no ritmo do samba? E os roqueiros então? Em relação ao mocinho da percussão, acabei crendo que foi um erro meu de visão, ele nasceu no batuque do samba, o rock nunca entrou na vida dele... Será? Sei lá!
Apostei que 2 ali eram filhos da música clássica, minha amiga apostou que um deles é arquiteto, e até achei que ela tinha razão. No entanto, a visão mais perturbadora foi ver um tecladista apático, parecia meditar em outras terras menos a do samba, enquanto tocava atento à partitura. Nós rimos muito imaginando que raios se passava na cabecinha dele, porque tínhamos certeza que era de tudo, menos samba. Ele nem piscava, nem movia a cabeça, nem os pés, só dedilhava no ritmo certo. De repente, não mais que de repente, como diria o poetinha, o moço saiu do transe. Eu que pensava que ele era surdo e mudo, não resisti, cai na risada, afinal era só uma questão de língua. No fundo, creio que ele só entendia a partitura, mas nem imaginava o que estava cantando o sambista. Mas quando os primeiros acordes de música puramente latina invadiram o Templo, o “Pepe” despertou, dedilhava, cantava e até se balançava no compasso latino.
¿Consiguen adiviñar cual era el segredo de Pepe? O moço é cubano, mais precisamente um autêntico guantamero...
sábado, 18 de junho de 2011
Paixão por Maceió
Pense numa terra abençoada pelo Céu, pelo Sal e pelo Sol, essa é a minha Maceió.
Há contrastes entre o feio e o belo, o pobre e o rico, como em qualquer outra cidade do mundo. Mas mesmo o feio e o pobre me encantaram. A batalha daquele povo deveria ser reconhecida, deveria haver um milagre para cada família de ribeirinhos, de cortadores de cana, de catadores de coco, das rendeiras e todos aqueles que custam a ganhar seus tostões, seja com seu trabalho árduo ou com sua arte.
Se avexem não, em breve escreverei outros textos contando sobre as coisas boas e ruins, agora me falta tempo, tenho que voltar ao trabalho, aquele que me sustenta e não é tão árduo como o daquele povo do sol.
Mas, desde já quero agradecer ao Vaqueiro, o informante, que não é guia de turismo, gravem bem isso e não confundam, na próxima prosa explico tudinho, senão o Vaqueiro me larga na estrada no próximo passeio.
Há contrastes entre o feio e o belo, o pobre e o rico, como em qualquer outra cidade do mundo. Mas mesmo o feio e o pobre me encantaram. A batalha daquele povo deveria ser reconhecida, deveria haver um milagre para cada família de ribeirinhos, de cortadores de cana, de catadores de coco, das rendeiras e todos aqueles que custam a ganhar seus tostões, seja com seu trabalho árduo ou com sua arte.
Se avexem não, em breve escreverei outros textos contando sobre as coisas boas e ruins, agora me falta tempo, tenho que voltar ao trabalho, aquele que me sustenta e não é tão árduo como o daquele povo do sol.
Mas, desde já quero agradecer ao Vaqueiro, o informante, que não é guia de turismo, gravem bem isso e não confundam, na próxima prosa explico tudinho, senão o Vaqueiro me larga na estrada no próximo passeio.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Esse dá pra conhecer?
Tem muito gosto estranho por aí, imagina só gostar de escargot ou caviar! Gosto ainda mais duvidoso são dos pais que escolhem nomes exóticos para seus filhos e olha que já li um bocado deles por aí. Ultimamente é até moda fazer reportagem sobre nomes estranhos e mostrar como a lei pode ajudar a acabar com o booling.
Mas alguém já ouviu falar de uma criatura que só se apaixona por homens com nomes excêntricos? Não pensem que ela fica caçando não, simplesmente acontece. O primeiro da lista, ela ainda tinha uns 16 anos, e, nessa idade, ela já se divertia com o nome do pobre moço: Arsineo. Com esse nome se espera ver uma coisa parecida com o Frankstein e não é que o moço era lindo?
Ela foi saindo da adolescência, continuava a encontrar os nominhos mais estranhos e é melhor nem contar as situações que esses moços surgiam. Momentos hilários, lógico! As confidentes riam um bocado, mas ela não ligava.
E não bastava essa maluquice dos nomes, tinha que ter um certo grau de complicação, senão poderiam até passar rente, mas não tocavam o coração. Ou eram do tipo que estavam infelizes com as namoradas ou não sabiam o que queriam da vida ou viviam em outras cidades e até em outro Estado.
Quando ela encontra alguém com um nome comum, nem tem graça, logo acaba, afinal, sina é sina, se o príncipe não chegar com uma tarja preta no nome, com certeza não fará bem a saúde dessa princesa.
Mas se não tiver nome estranho, não faz mal, tem outro jeito de ganhar o coração dela: pode ser feinho. Há alguns anos era tão complicada a situação, que quando ela confidenciou a melhor amiga que estava namorando sério, a amiga mandou a pergunta sem pestanejar: - Mas esse dá pra conhecer?
Mas alguém já ouviu falar de uma criatura que só se apaixona por homens com nomes excêntricos? Não pensem que ela fica caçando não, simplesmente acontece. O primeiro da lista, ela ainda tinha uns 16 anos, e, nessa idade, ela já se divertia com o nome do pobre moço: Arsineo. Com esse nome se espera ver uma coisa parecida com o Frankstein e não é que o moço era lindo?
Ela foi saindo da adolescência, continuava a encontrar os nominhos mais estranhos e é melhor nem contar as situações que esses moços surgiam. Momentos hilários, lógico! As confidentes riam um bocado, mas ela não ligava.
E não bastava essa maluquice dos nomes, tinha que ter um certo grau de complicação, senão poderiam até passar rente, mas não tocavam o coração. Ou eram do tipo que estavam infelizes com as namoradas ou não sabiam o que queriam da vida ou viviam em outras cidades e até em outro Estado.
Quando ela encontra alguém com um nome comum, nem tem graça, logo acaba, afinal, sina é sina, se o príncipe não chegar com uma tarja preta no nome, com certeza não fará bem a saúde dessa princesa.
Mas se não tiver nome estranho, não faz mal, tem outro jeito de ganhar o coração dela: pode ser feinho. Há alguns anos era tão complicada a situação, que quando ela confidenciou a melhor amiga que estava namorando sério, a amiga mandou a pergunta sem pestanejar: - Mas esse dá pra conhecer?
sábado, 16 de abril de 2011
Degustadora X Reclamona
A Degustadora e a Reclamona rompem a relação a partir de hoje, embora uma seja unha e carne da outra e nunca deixarão de se divertir com as palavras. Mas há degustadores por aqui que não curtem reclamação, e, como dizem que a moda é fazer blogs segmentados, então, a Degustadora e a Reclamona "escucharam los susurros de la actualidad" e vão entrar na moda. Mas continuem degustando as 2 páginas, porque em ambas encontrarão distração para vossos neurônios cansados:
http://www.degustadoradepalavras.blogspot.com/
http://www.areclamona.blogspot.com/
http://www.degustadoradepalavras.blogspot.com/
http://www.areclamona.blogspot.com/
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